XTerra Brasil – Ilhabela. Cada vez mais bela.

Pelo terceiro ano consecutivo, fomos para o XTERRA de Ilhabela, a etapa do Brasil dentro do calendário mundial do Xterra.
Mais uma vez encaramos os 18k noturnos, mas dessa vez correndo separados. Largamos próximos mas depois foi cada um em seu ritmo.

O objetivo era ver como estávamos dentro do que treinamos. Poucas corridas e provas mas bastante funcional.

Esse ano, também diferente dos outros, o tempo fico bom. Um pouco mais frio, mas excelente para correr. Nos anos anteriores, era muita lama, asfalto escorregadio e frio no final, por conta da chuva. Mas, como sempre, tinha festa na largada, uma galera que a gente já conhece de outras provas e a organização melhorou, principalmente na entrega do kit.

O kit. Esse ano a entrega foi no shopping ao lado do hotel onde sempre era feita a entrega. O shopping é maior e ficou mais dividido. Do mesmo jeito teve filas, mas acredito que seja porque todos chegaram praticamente no sábado. A galera resolveu evitar o trânsito da sexta-feira.

Kit na mão, percebemos que a lanterna nesse ano era bem superior. Iluminava mesmo. Ano passado era péssima, você não via dois palmos na sua frente. Ainda bem que estávamos com um extra.

A prova. Às 18h, deu-se a nossa largada. Saimos da praia de Perequê percorrendo um trecho de asfalto, beirando a praia.
Logo entramos em ruas mais estreitas e seguimos pela estrada do Cocaia, onde já se inicia uma subida leve. Seguimos por um single track onde só se corria em fila indiana. Saindo de lá, inicia-se a maior subida da prova, com 5km. São quase 400 metros de altimetria nesse 5k.

Desses, foram 3km mesclando asfalto e cascalho, com algns buracos bem escondidos. Apesar da lanterna, quando você ficava sozinho o breu aumentava.

Seguimos por dentro do parque estadual, continuando a subir por mais 2km. Os piores. Ai começa uma trilha com muitas árvores caídas, raízes escondidas, troncos e galhos.
Dei uma canelada em um tronco (acho) e uma bica numa pedra. Resultado que a unha ficou uma beleza e a canela tá bem estragada ainda. Enrosquei meu pé no fim da subida num cipó e quase me deu uma fisgada na panturrilha. Na verdade deu, mas segui!

Fim da pirambeira, um outro ponto de água (no primeiro passei batido), me abasteci e desci descabelando os 6k, agora por fora do parque, pela estrada. Buracos e escuridão, mas conseguia pisar direito. Agora as dores que começavam a apertar.

Fiz 5 km (do 11 até o 16) abaixo dos 5 min/km. Um pace bom! Mas chegando novamante na cidade, o trecho plano e a novidade de passar por baixo de uma passarela, subir e descer… vixe, me quebrou. O pace subiu acima dos 6 min/km e fui assim até o fim. Os últimos metros acabam na areia fofa. Via o pórtico ainda longe, mas deu para apertar um pouquinho e concluir os pouco mais de 18k da prova bem feliz!

Esperei a Glau chegar e fomos para a pousadinha, comer e descansar.

Final de prova. O kit dos 18k. A camiseta foi para a lavanderia, rs.

Final de prova. O kit dos 18k. A camiseta foi para a lavanderia, rs.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s