GP Ravelli 2013 – Etapa água. E lama, muita lama!

Se quiser pensar em um nome melhor para a etapa água vai ser difícil. Caiu certinho. Mais do que eu cai, na lama, rs.

A prova começou um dia antes. Um verdadeiro dilúvio caiu sobre todo o Estado. Os comentários nas redes sociais (face e twitter) começaram a dar a cara de como seria a prova. Barro, lama e muitos trechos técnicos. Tão técnicos que não seriam pedaláveis.

A vontade de correr a prova só aumentou. Eu queria fazer essa prova até porque, ano passado, não fui tão bem na serra do Japi. Fiquei sem o tênis num lamaçal. Agora eu uso sapatilha. Queria tirar isso de letra dessa vez.

Mas o percurso foi outro, bem diferente do ano passado. Muito mais difícil. O trajeto só saiu depois de eu ter me inscrito. Mas isso não foi um problema. Pelo contrário. Parabéns ao GP Ravelli por sempre inovar.

No dia da prova, acordei as 5h e sai de casa para encontrar a galera da Tribo do Pedal Selvagem. Fomos juntos até Cabreúva.

A prova teve duas largadas distintas. A pró largou às 8h. A sport largou 1h30 depois. Fui nessa.

Saímos do lado da igrejinha de Cabreúva, um trecho curto de asfalto e logo começou a primeira subida. Leve, mas onde já começa a separar os mais rápidos dos outros. A prova também tinha estradões mas dessa vez, bem enlameados. A bike sambava e parecia que tinha alguém segurando ela. Só se ouvia o barro sendo mastigado pelas engrenagens. Dava dó da bike. Mas o tratorzinho prosseguiu.

O ápice da prova foi o trecho denominado de “subida da morte”. Mas eu não ouvi ninguém chamando ela assim. Eram outros nomes, mas impublicáveis, rs. Acho que todos cairam bem para ela. Um subidinha triste, muito inclinada e o pior, cheia de lama. O jeito foi carregar a bike nas costas. A transição de madeira no fim, o tal do north shore, era só para subir e escorregar. Para alegrar, ou chorar de vez, uma galera fantasiada de morte, vampiro, homem das cavernas estava no fim da pirambeira para (re)animar depois da subidona.

Ai veio um bom downhill. Rápido e esburacado. Bem arisco. Mas nessa hora você só quer soltar os freios, sentir o vento no rosto e aliviar um pouco o cansaço. Foi rápida a descida. Bem legal.

A prova tinha os pontos de hidratação nos locais certos. Até mini coca-cola tinha, faltando poucos quilômetros. Ajudou.

No final, voltamos para a cidade, um trecho de asfalto. Deu para dar um sprint e cruzar o disco final feliz da vida. Mais uma medalhinha em uma excelente e bem organizada prova.

Imagem

Chegada. Prova dura mas muito divertida e organizada.
Resultados: tempo: 02:32:29; class. geral: 217 de 833;
sexo: 213 de 766; categoria: 40 de 106.
http://www.polesportivo.com.br

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