Final de semana em Itu

Itu é uma cidade há pouco mais de 1 hora de São Paulo.

Conhecida pelo orelhão gigante, pelo semáforo gigante, pelo parmegiana gigante e outros badulaques gigantes (pente, caneta, óculos etc).

Acredito que Itu também será reconhecida pela festa de aniversário da cidade, em que se realizaram dois eventos esportivos muito bem estruturados, em frente ao estádio municipal do time do Ituano. Um foi no sábado, a 28ª corrida da cidade. Já é um evento tradicional. Prova com quase 3500 inscritos. O percurso roda a cidade pelo centro histórico e também passa por ruas modernas, pela sede do exército da cidade (inclusive os staffs são de lá), por muitas subidas, rotatórias e termina novamente no Estádio Municipal Novelli Júnior.

A prova de corrida começou boa. Desde a entrega do kit até a largada e as ruas fechadas. Acho que só isso foi ruim. Para chegarmos até a largada, demos a volta na cidade já que todo o centro estava fechado. Mas fora isso, foi bem divertida. Boa hidratação e uma bonita medalha fecharam o circuito. Lembrando que essa prova custava somente R$ 35. Ótimo custo/benefício. Umas das corridas  mais baratas (se não for a mais barata) que faremos esse ano. Fechamos com 54 min os 10k e voltamos ao Camping Chapéu de Sol para descansar, curtir e esperar o domingão, na prova do GP Ravelli de mountain bike, com 31km.

Não deu 24 horas de descanso já que a corrida de rua foi no fim da tarde – início no sábado as 18h – e o pedal começou as 9h no domingo. Mas eu estava bem e muito desencanado. Tão desencanado que não levei câmera reserva, bomba, remendo, ferramenta, gel, bolacha… nada! Se furasse ou quebrasse qualquer coisa, já era. Se desse fome também. Ah, estava sem o celular, afinal iria ligar para quem? Hehehe. Mas a tratorzinho (minha bike aro 29) é um hümmer. Detona! Vai embora. Até ouço uns estalos do pneu pegando na quina das pedras, mas ela vai embora.

A prova começou bem fechada e lenta até pois tinha muita gente devagar na frente. Parecia passeio ciclístico no começo. Acelerei bem e saindo do asfalto já tinha avançado. A prova era em volta única (ainda bem que não era circuito) e passava por estradões de terra, pirambeiras, descidas bem cascorentas e retões com lama e veios estreitos, mais técnicos mas que davam para fazer com o pé embaixo.

Nos últimos quilômetros, entramos novamente em trecho urbano, com asfalto, paralelepípedo e uma chuva forte para acompanhar. Quase não via muito na frente. Assim deu uma refrescada mas também mais emoção.

Cruzada a chegada, peguei a medalha, mais água e voltei ao chalé para dar um banho na bike, limpar o carro e curtir o resto do dia com a Glau.
No GP Ravelli fechei com 1h29, 111ª posição na geral e 23ª na categoria. Haviam mil inscritos.

Logo posto o vídeo da prova. É um saco editar vídeo. Quem gostar e quiser, até pago para editar o meu, kkk. 10gb / 1h30 de vídeo.

Piscina, tranquilidade, paz... tudo excelente!

O chalézito.

A Glau no local das largadas (corrida e bike). Estádio do Ituano.

Pós prova Ravelli.

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