Treinos a mil

22 01 2012

Esse fim de semana foi puxado. Os treinos reinaram nos dois dias, com chuva e tudo.

No sábado, academia com musculação, elíptico, esteira e até basquete. E, em casa, paredes para pintar.

No domingo, treinão fartlek na rua. Tiros no morro do bosque, bem pesados. Corrida em asfalto com muita subida, corrida em piso misto e para finalizar um passeio com os dogs. E, se isso não bastasse, pintamos mais paredes em casa. Ufa!

Estamos treinando para as provas que se iniciam na próxima semana, com a etapa de Mairiporã de corrida de montanha.

Na seqüência, Itu, com corrida e bike. Serão provas bem selecionadas nesse ano.

Por isso vamos treinar mais, muito mais.

 





Viva 2012. Novas metas, novas diversões.

13 01 2012

Um novo ano começa e nova ideias surgem. E esse ano resolvemos pedalar também.

Entrar em trilhas, em competições de bike. Para mim será um retorno. Para a Glau um começo e até um descanso de somente correr. É bom mesclar esportes diferentes. Mas ela está firme na planilha que criou e também na musculação. Segue forte, pronta para as provas de montanha. E com novo visual, rsrs.

Eu já comecei a pedalar na trilhas, nesse ano. Tenho ido em Mairiporã treinar e achei uma galera gente boa por lá. Tribo do Pedal Selvagem. Nome engraçado com um pedal redondo. Muito bom. Fiz outros pedais só em asfalto e isso dá uma boa rodagem. Mountain bike no asfalto é de doer.

Agora descobri um site legal, o do GP Ravelli. Uma prova da qual vou participar. Até um treino vai rolar para reconhecimento do percurso. Nesse final de semana. Em Itu.

Os calendários estão ficando prontos. Algumas provas estão marcadas e outras sendo estudadas. 2012 será bem divertido. E muito corrido.





São Silvestre 2011/12 – O novo percurso

1 01 2012

Correr a São Silvestre é o sonho de muitos. Não tem tanto segredo e nem é uma das provas mais difíceis. Mas ainda assim, traz toda uma mágica envolvendo ela. A música tema do filme “Carruagens de Fogo”, os fantasiados, a famosa subida da Brigadeiro…

É, com certeza, ela é a mais emocionante prova nacional. E importante também.

A São Silvestre coloca no cenário esportivo a corrida como o maior esporte. Nem que seja por pelo menos 15 dias.
Falam da história da São Silvestre, de Cásper Líbero, das polêmicas envolvendo a troca do trajeto, a entrega dos kits, os fantasiados, o pessoal que treina nos parques, dos que fizeram promessa, dos que vão para fazer tempo, dos temidos quenianos… muito bom.

Não fosse ela… só mostrariam futebol. E, quando os campeonatos acabam, inventam algum assunto sobre futebol. A vida dos “atletas de futebol”, os bastidores dos clubes, as dancinhas, as marias-chuteiras, quem vem e quem sai do seu time… com tanto esporte por ai e só existe isso? E ainda farão Olimpíada aqui.

Mas quero mesmo é falar dessa nova prova. Foi mais rápida, um pouco mais perigosa pois tinha muito mais descidas, mas, como sempre, bem divertida. Com os fantasiados, com o pessoal correndo nas câmeras de tevê (nós mesmos), com o público aplaudindo nas ruas. É a única corrida que tem público nas ruas. Faça chuva ou faça Sol. Nos prédios, nos bares… todos dão seu apoio, o seu “vamos lá!”.

É difícil dizer que não correremos mais essa prova. Dessa vez, tinhamos certeza de que não iríamos mais corrê-la, mas, os amigos e a vontade falaram mais alto. Por isso, São Silvestre 2012, sim, pode ser. Mas sem tempestade e sem lama no final vai ser melhor.

Foi assim nosso 2011 esportivo. Fechamos o ano com 21 provas. Muitos treinos. E mais amigos para dividir essas alegrias.

FotosSão Silvetre 2011

São Silvestre 2011/12 – Garmin Connect – Details.

Felicidade.

Percurso




Mudar para melhor é sempre bom.

16 12 2011

Chegando o fim do ano. Voando, para variar.
A gente correu muito esse ano e planejou tudo direitinho. Mas algumas provas saíram do contexto. E foi bom. Deu certo.

Algumas vezes é bom aproveitar esses lances da vida. Os imprevistos. Pois nem sempre eles são ruins.
Corremos a prova Volkswagen Run no lugar da última etapa da Athenas. E foi muito boa a troca. Se der, ano que vem tem mais.
Mas, melhor não planejarmos com muita antecedência. Como diz a propaganda: vai que… (muda para melhor, como sempre).

Depois, com a compra das bikes, fui numa competição em Mairiporã. Foi muito pesada, mas divertida também.
Logo a Glau entra nessa. Por enquanto estamos pedalando juntos só de forma recreativa. Numa boa.
Mas logo virão as viagens. De bike!

Mas, ainda nesse ano, quebrei outro protocolo. O de não jogar mais futebol.
Voltei a jogar e o mais incrível foi que troquei um pedal pela bola. Tinha uma pedalada que saia de SP e ia até Santos.
Mas no mesmo dia seria o futebol da galera do trampo. Até ai, normal. Bike 1 a zero.
Mas o futebol seria na Vila Belmiro. Coincidências da vida. Descer para Santos ou descer para Santos? Desci.

E fui no futebol. Claro! Quando seria possível jogar na Vila de novo? Sei lá. Pode até ser que em 2012 apareça outra oportunidade. Bike 1 x Futebol 2. Virada.
Mas como sempre faço, não desperdiço oportunidades que aparecem. Se vier a segunda, será bônus.

O futebol foi bem divertido. Diferente, pois tiveram 6 times na disputa, um narrador, o comentarista, churrasco do patrocinador… é, quem foi para ficar na arquibancada se deu bem. Comeu, bebeu e se divertiu também. Mas acredito que eu tenha me divertido mais.

Voltando para as corridas, agora só falta uma. E será a São Silvestre. Outro protocolo quebrado. Pelos amigos e pela meta da corrida, para confirmar pelo menos uma prova por mês. Fizemos quase duas, totalizando 21 corridas, 1 pedal e o futebol (só eu fui).

Ano que vem, a maioria das provas está marcada. Muita montanha. Vou incluir ainda alguns eventos de bike. Queria o Brasil Ride, mas não sei se vai rolar. A inscrição é pesada, e ano que vem sobe mais um pouco o valor. Mas sem crises. Haverão outras provas e passeios.

Por isso, que venha 2012 e que a São Silvestre seja ótima, para fechar 2011 com festa!





Quase 20

11 11 2011

Estamos em novembro e corremos 19 provas até o momento.

A grande maioria foi de montanha. Provas bem duras e diferente de tudo o que já havíamos corrido.
Algumas de trilhas. O trajeto mescla, asfalto, terra, cascalho. Difíceis mas bem divertidas.

E poucas no asfalto.
Iríamos correr todo o circuito Athenas mas a última prova cairá no mesmo dia da Volkswagen Run.
E como ganhamos a prova nem precisei pensar. VW Run! Até que enfim.
Em dezembro, para fechar o ano, correremos o Circuito Adidas, dia 18. A prova 21 do ano.
Nada de São Silvestre. Os organizadores fizeram e refizeram muita palhaçada esse ano na prova.
Tira a Paulista, tira a Consoloção, chamam de maratona de São Silvestre… chega.
Por isso, esse ano será fechado sem a SS.

Agora já estamos planejando o calendário de 2012.
E a maioria das provas será de montanha.
Algumas serão em outras cidades e até em outros estados.
E ainda, planejamos uma prova no exterior.
Buenos Aires ou Punta. Portugal surgiu como opção também.

É isso. O mais importante é se encher de compromissos e metas saudáveis a serem batidas.
Cumprir os treinos, os trabalhos, os passeios com os dogs…
Isso faz a vida ser divertida. E desafiadora.





A escalada final de 2011. São Bento do Sapucaí.

31 10 2011

Nem deu para desfazer as malas direito de Maresias. E seguimos para outra viagem.

Porque ir para outra corrida, sem mencionar a aventura que foi Bertioga/Maresias, seria um sacrilégio.

Agora, quando a outra corrida é uma prova de montanha noturna, em São Bento do Sapucaí, onde o objetivo é chegar até a Pedra do Baú e voltar, ai a coisa muda de figura. Saimos do nível do mar na semana passada, e escalamos quase 1700 metros. Foi muito bom essa variação.  A gente ainda estava vivendo a corrida anterior, a praia e caímos nessa outra prova, campos vastos, montanhas sem fim, e uma paisagem totalmente diferente da semana passada. Ambas lindas. Ambas em São Paulo. Incrível isso.

A largada foi as 20 horas. Era a prova final do campeonato paulista de corridas de montanha 2011. Corremos todas as provas esse ano. Eu fiz todas as provas longas (12 km ou 24 km) e a Glau variou, com 2 provas de 6 km (estava com o dedo quebrado) e todas as outras iguais. Foi assim que corremos os mesmos percursos. Mesmo nos curtos, quando bifurcava para cada um seguir seu trajeto.

Voltando à prova, logo no início, começava uma subida. Leve, depois moderada, depois pesada e logo passou a ser interminável. Inacreditável, mas foram 5 km de subida pesada, com pedras, pó e escuridão. Se não fossem as lanternas e os dois pontos de água, um seguido do outro a gente tinha definhado lá. A Glau fica muito ansiosa em todas as provas, qualquer que seja. E o começo sempre é pior.

Agora, nessa prova, onde o começo já foi extremo, ela disse que só não parou por que estávamos correndo juntos, e eu tinha o camelbak para dividir. Ela tinha as garrafinhas no cinto mas fica tão tensa que esquece de beber. No km 4 dei uma disparada e fiquei esperando ela ao lado de um staff, no alto do morro. Estava demorando muito cada trecho e isso estava me cansando a menteEla chegou, tomamos um gel, mais água e seguimos o percurso. Alguns pontos tinham somente um barbante indicando o caminho, em outros as bandeirinhas e uns bastões refletivos, mas bem pequenos. Era difícil de ver mas fazia parte da aventura.

Começamos a pegar a trilha que fazia a descida para a cidade. Ela ainda estava pequena, somente se avistavam as luzes ao longe e o traçado das ruas. Mas nem dava para olhar muito porque a descida era muito forte, cheia de buracos, valas e muitas pedras escorregadias. Estava fácil né.

Ao fazer um curva, já na descida, gritei para a Glau ir com cautela. Ela ainda estava no alto do morro. Mas dava para ouvir porque o silêncio lá era grande. Ela respondeu e eu aproveitei para acelerar. Vi que ela estava mais confiante e o caminho agora era só descer. Mesmo não sendo fácil, dava para ir.

Alguns relâmpagos já brilhavam no céu e clareavam a trilha. Mas se a chuva chegasse seria um tormento. A temperatura estava boa, mas ainda faltava chão. Melhor se não chovesse mesmo.

Nos 2 kms finais, eu estava fazendo abaixo de 5 min/km. Passei algumas pessoas e ninguém mais me passou. Na cidade, as pessoas batiam as panelas e a criançada nas ruas aplaudiam. Putz força dava aquilo. Muito bonito e emocionante.

Já tinha dado 12km no relógio e nada de chegada, quando comecei a avistar a igrejinha, os cones, o pórtico, a galera gritando… pronto cruzei a reta final. Tive picos de tempos: um dos piores e um dos melhores por quilómetro na mesma corrida. Ai, pega a medalha, come melância, cumprimenta a galera e fico aguardando a Glau. Ela chegou bem, isso foi o mais importante. E sem chuva!

Essa prova foi a mais técnica do campeonato. Não foi a mais longa – Extrema teve 24km –, mas foi uma das provas inesquecíveis de se correr.

Os pontos de água estavam no local certo. Foi bem inteligente ter colocado 2 pontos, um seguido do outro na subida de 5 km, e muito boa a variedade de hidratação na chegada com frutas, isotônico, arroz-doce e água. Os resultados sairam logo na sequência, sendo fixados no mural e a prova, para nós, foi mais uma lição de respeito ao meio ambiente e ao próprio corpo. Na montanha você precisa refletir sobre você mesmo, como está, como treinou e até onde aguenta. Assim, tudo acaba bem.

Para falar de São Bento vou começar pelo caminho até lá. Parece aquelas estradinhas de filme, bem arborizadas, curvas fechadas, mas bem sinalizada. Você cruza Pinhal para ir até Snao Bento. Chegando lá, foi fácil achar nossa pousada.

Outra surpresa. Normalmente as fotos enganam. Não foi diferente. O que espantou foi que a foto, era pior do que a pousada realmente é. Muito bonita. Um quarto grande, lareira, frigo, tudo bem arrumado. Além disso, piscina, sauna… pô tava até pensando em não correr mais.

Depois da corrida fomos comer um lanche na cidade. Num Massuiama de lá (lanchonete de Duartina/SP). Lanche do interior sempre é bom. e lá não ficou devendo. A chuva que ameaçava na corrida chegou. Forte. Esperamos o máximo que deu. Até a dona da lanchonete ia ligar apara o táxi da cidade, mas a gente viu que diminuiu um pouco e fomos. 20 metros para frente a chuva apertou e, mesmo estando perto da pousada ficamos ensopados. Mas valeu. Lavou a alma. E fechou o final de semana. Muito bom!

As próximas provas não estão definidas mas provavelmente sejam VW Run (corrida da Volkswagen) ou a etapa final da Athenas. Ambas em novembro. Dezembro será a vez da São Silvestre, mais uma vez. Dessas três, só duas provas e chega, por esse ano, claro.

Glau na pousada.

Bicudos em ação.

A casinha da princesa. kkk

Zangado Grrrrrr!

São Bento, respira arte, cultura, mosaicos e simpatia.

Não, não foi aqui que lanchamos rsrs

Que beleza!

Bem antes da prova, pegando os kits

Pronto, agora é só correr.





Revezamento? Sim, eu topo!

25 10 2011

O título acima, até pouco tempo atrás, não era frase minha. Nunca.

Só tinha feito revezamento em equipe errada. Nada a ver com o tempo que uma pessoa corre. Mas sim com relação à equipe, comprometimento.

Minha primeira prova foi um revezamento, em 2006, a corrida do Pão de Açúcar. Corri essa prova mais duas vezes para nunca mais. Ou quem sabe, até mudo o discurso, se a equipe for essa de Bertioga/Maresias.

Outro revezamento que participei e não volto mais é o do Ayrton Senna Racing Day. Legal correr em Interlagos, o clima etc. Mas a mesma falta de entrosamento que teve nos revezamentos Pão de Açúcar passados, ocorreu nas ASRD.

Dessa vez, ganhei uma prova de revezamento (ai, ai) e chamei mais 5 pessoas. Tudo certo até que um amigo de um camarda, resolveu ser a estrela da equipe, antes mesmo da prova estar confirmada pela assessoria. Com isso, desencanei de correr. Mas tudo mudou, não fosse o Welinton. Um cara muito gente boa, atleta amador (com excelentes tempos) mas profissional em fazer amigos.

Ele me ligou e falou que gostaria de ir mas se nós fossemos juntos. Me animei, peguei o kit e fomos para Maresias.

Daí para frente, só alegrias.

Descemos para a praia na noite de sexta, chegando de madrugado no hotel, em Boiçucanga. Dormi pouco, na ansiedade da prova. Voltamos para Bertioga e eu abri o percurso. Largada às 7:30 no percurso de 10,8 km. Estava há uma semana sem treinar, por causa de dores, mas fiz um bom tempo. Passei com 49 min nos 10k e fechei em 53 min meu percurso.

Ai, esperei um pouco a Glau e a Rosi, que estavam com meu carro. A Rosi, saiu para correr e a gente de lá, seguiu para o segundo posto de troca. Era entre Riviera e Morro de São Lourenço, 5,6km de praia. A Rosi voou! Fez em 24 min o percurso. O outro carro de apoio, já havia passado por lá e deixado outra atleta para revezar. E assim, foi, até Maresias. Mais 6 PCs, um trânsito pesados de carros do revezamento, sol a pino, mas muita diversão. As equipes se falando, todos apoiandos quem corria solo… muito bom.

Nossa equipe tinha dois carros de apoio e uma equipe com 6 pessoas para 9 trechos. Mas tudo deu certo. Mesmo quando deu errado.

Deu errado por que eu comi um PC (posto de controle), o sétimo. Mas, ainda bem que tudo deu certo. O carro deles tinha ficado no posto 6 e o revezamento foi numa boa. Eu e a Glau, já estávamos em Maresias e vimos quando o Welinton chegou, para fechar a prova em grande estilo, com força e garra, depois de ter enfrentado a pirambeira da serra de Mareca. Logo depois chegou a equipe toda para se reunir e comemorar.

Fiquei muito feliz com essa equipe: Paulo, Rosi, Welinton, Ivani, Glau e eu. Foi um belo time.

Espero que apareçam outras provas, pois, para revezamento com equipe divertida, eu sempre falarei sim!

Da esq.: Paulo, Welinton, Ivani, Rosi e eu. A Glau tirou a foto.

Eu e a minha campeã, a Glau





XTerra Ilhabela – The North Face 18k noturnos

20 10 2011

Essa prova foi no sábado, dia 24/09/11. A semana inteira fez um putz sol, mas no fim de semana… chuva!

O pior foi o vento e o frio que vieram juntos. A corrida seria em Ilhabela, em montanha, até Castelhanos, então, com certeza, muita lama nos aguardava. E foi isso mesmo o que rolou. Ou melhor, nós rolamos na lama.

Mas nada foi ruim. Pelo contrário. Desde a chegada na ilha, a travessia de balsa, a pousada, a entrega do kit… e claro, a corrida.

A prova foi dividida em três categorias e três horários diferentes de largada: 9 km (19 horas), 18 km (a nossa, às 18:15 horas) e os 50 km, às 16 horas.

Além das provas de corrida, ainda teve um triathlon, o swim challenge e a kids running. A Ilha era só esportes, diversão e saúde.

Nossa largada foi tranquila, e no começo da prova corremos ao lado do amigo, Paulinho, e ele do lado de um amigo dele. Eles logo começaram a se distanciar e nós mantivemos o ritmo. Eu acabei parando no km2 para esconder um cinto de hidratação perto de uma árvore (o que vai render mais 4 km no fim da prova, vocês vão ver) pois estava me incomodando muito. Corri mais forte e alcancei a Glau e seguimos até o fim, sem mais paradas. No meio do caminho, já na mata fechada, “achamos” uma outra atleta que até tinha pensado em desistir. Estava muito escuro, e ela estava assustada. Mas tudo deu certo e seguimos os três.

O som da cachoeira, a poucos passos e a escuridão, realmente poderiam assustar qualquer um. Mas a sinalização era bem feita, bem demarcada. Meu erro foi confiar na lanterninha do kit, que era fraca. O Paulinho me emprestou uma, já que eu havia deixado a minha no hotel.

Depois de muita lama, riachos escorregões, chegou a hora de voltar e fizemos o trajeto na boa. Ainda no km 15, a hidrataçnao era farta: água isotônico, maçãs e barra de proteína. Não dava para reclamar de nada. Naquela altura, aquilo tudo era um banquete.

A chegada foi demais. Em areia fofa, a praia estava iluminada pelas luzes das tendas e do pórtico. Ai foi só alegria: medalha na mão, mais isotônico e fomos ver a festa dos campeões no pódio. Aproveitamos e demos mais uma volta nas tendas dos parceiros do XTerra. Estavam vendendo excelentes produtos lá, na areia mesmo. Muito boa foi essa prova e muito bom foi o evento.

Já ia me esquecendo. As história das  garrafinha de hidratação que deixei pelo caminho.

Pois bem. Depois de cruzar a linha de chegada, enrolar bastante na arena e começar a passar frio, resolvemos ir embora. Mas, e cade a chave do carro?

Lembram do cinto né. Pois é. Lá estava a chave.

Voltamos todo o trecho que é o caminho da pousada que estávamos. Na mesma rua. Peguei a chave (estava tão bem escondida que eu até demorei para achar) e voltamos na caminhada. Total de 22 km com chuva na cabeça. Bom para esfriar hehehe.

Essa prova, com certeza voltaremos ano que vem. E se der, alguns outros XTerra.





Dia mundial sem carro

22 09 2011

Hoje comemoramos o dia sem carro. Nas redes sociais e nas ruas o assunto é esse.

Tirar os carros das ruas, é impossível. Pode ser feito aos poucos ou com bolsões de fluxos curtos.

A cidade é muito grande, com relevo acidentado e é difícil pensar em mobilidade só de bike.

Fora que nem todas empresas, oferecem um chuveiro aos funcionários.

Até dentro do ônibus você chega imundo ao trabalho. Um encosta no outro, uma mochila, um pacote…

No metrô não é muito diferente. Já no trem é um caos. Esse coletivo se for possível evitar, eu evito.

A bike é, para mim, sempre uma solução. Acho fácil ir e voltar.

Acho difícil parar ela. Nem todos locais tem bike park. Alguns fazem questão de não ter.

Mas, acredito que as coisas estão melhorando. Aos poucos, mas estão.

E viva um dia, nem que seja só hoje, onde as pessoas lembram que tem uma bike em casa.

Corra, pedale. Viva!





Corrida das Torres – Bertioga / SP

8 09 2011

Essa corrida foi muito divertida.

O visual é demais. O local de difícil acesso e ainda estava em obras. Mas valeu ter ido.

Estávamos preparados. Eu, voltando de uma febre com gripe, mas estava melhor. A Glau falou para eu não forçar e correr do lado dela. Eu iria mesmo. Estava ainda com a garganta ruim e o tempo estava muito seco.

A largada foi um pouco depois das 14h30. Estava quente, mas na sombra você sentia frio. A adrenalina subia conforme os quilômetros passavam. Começava o traçado com terra, algumas curvas e subidas.

Logo adentramos na mata. Subidas mais fortes e riachos para cruzarmos. Dava uma refrescada. A água, clarinha e a paisagem muito bonita.

A corrida passava pelo bairro do Caruara, na divisa entre Santos e Bertioga. Várias pontes curtas cortavam o local e nós atravessando elas.

A corrida estava terminando e eu resolvi dar um pique para ultrapassar alguns corredores a minha frente. Consegui! E a Glau, também. Passou mais algumas pessoas e não foi deixada para trás por mais ninguém.

No final, Gatorade, medalha e um caldinho de feijão distribuído a todos corredores.

Corrida das Torres – Bertioga / SP by acarvalho00 at Garmin Connect – Details.

Porto do Caruara. Santos/Bertioga. Corrida das Torres 2011

Pouco antes da largada.

Lama!

Quase terminando.

Subindo a pedreira, rumo as torres.

Um começo de cachoeira

Pra água!

Diversão








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